Os benefícios do Open Banking para a gestão financeira

Entenda as principais vantagens que o open banking promete trazer para a gestão financeira e como os CFOs devem lidar com essa nova forma de gerenciar dados.
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Fazer a gestão financeira de uma empresa, seja ela micro, pequena e média ou grande, é sempre desafiador. Do planejamento das finanças à negociação de crédito e pagamento de fornecedores, há diversas especificidades e, em cada uma delas, chances de algum erro acontecer. Por isso, o papel do CFO é fundamental, bem como usar a tecnologia para automatizar processos. E é nesse ponto que entra o Open Banking

Mas qual é a vantagem? Em uma palavra: padronização. A grande sacada por trás da mecânica do Open Banking é a padronização de sistemas. Pois, quando tudo acontece dentro de um padrão sistemático amplamente aceito pelo mercado, os processos ganham eficiência, rapidez e precisão. Ou seja, as chances de erros diminuem consideravelmente.  

O Open Banking abrirá a possibilidade de as empresas fazerem a integração dos seus sistemas de gestão de custos, por exemplo. Com isso, a tendência é que os softwares ganhem robustez e facilitem a gestão financeira das empresas. Porém, é preciso se atentar a alguns desafios. 

Open Banking permite integrar softwares

A expectativa é que o Open Banking permita integrar softwares às informações financeiras. Esse movimento deve agilizar processos e reduzir as etapas das operações. Ou seja, ganha-se tempo e produtividade. Então onde está o desafio? Lidar com novas tecnologias e saber usá-las ao seu favor para se manter competitivo.

Na prática, a quantidade de informações disponíveis aumentará, enquanto os processos serão otimizados. Assim, sairá na frente as empresas que conseguirem se adaptar rapidamente a isso, aproveitando os novos dados aos quais têm acesso para potencializarem e diversificarem seus produtos e serviços financeiros, oferecendo mais qualidade e melhores experiências para os consumidores e até mesmo para os próprios colaboradores da sua empresa.

Falando especificamente de gestão financeira, quem lida com
pagamentos periódicos, por exemplo, deve sentir um impacto muito positivo com o Open Banking. Afinal, as cobranças poderão ser feitas automaticamente dentro dos sistemas de gestão e não será mais necessário  entrar no aplicativo ou site do banco para ver e compartilhar comprovantes. E não para por aí. A partir do momento em que o Open Banking integrar informações bancárias com sistemas de gestão, todos os processos administrativos de finanças ficarão mais rápidos e precisos. 

Produtos financeiros melhores

De acordo com Roberto Trevisan, CFO da Quanto, plataforma pioneira de Open Banking no Brasil, a chegada do sistema financeiro aberto acaba ainda levantando questões sobre mecânica de cobrança e até mesmo de precificação. “Isso engloba desde a estratégia da empresa como um todo, até tecnologia. Pois é justamente a tecnologia que ditará a regra do que é ou não possível, até onde poderemos ir”, pontua. 

Em resumo, o objetivo do Open Banking é entregar produtos financeiros melhores. “Acho que vai mudar muita coisa. O próprio jeito que indivíduos e empresas consomem produtos financeiros vai mudar radicalmente. Teremos produtos muito mais relevantes para os usuários, oferecidos em momentos mais oportunos. E todo mundo vai se beneficiar com isso de uma maneira que a gente ainda nem consegue imaginar”, diz Trevisan.

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