ERPs: o que considerar na escolha de ferramentas para times financeiros

Verifique quais são os principais pontos que precisam ser avaliados quando a gestão financeira está escolhendo ERPs para organizar o departamento.
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Hoje em dia, os ERPs (Enterprise Resources Planning, ou sistemas de gestão integrado) vêm ajudando muitos gestores financeiros a colocar ordem na casa e a melhorar as rotinas de trabalho.

Com esse tipo de tecnologia, as informações ficam centralizadas em uma única plataforma, facilitando os processos e concentrando dados importantes para o time. Outra vantagem é a construção de indicadores que auxiliam no crescimento do negócio, contribuindo para a formação de uma visão mais estratégica da área.

Para dar aquela mãozinha na escolha dessas ferramentas, a Conta Simples, em parceria com a B2B Stack, maior plataforma de buscas e avaliações de software e serviços B2B da América Latina, listou algumas dicas importantes para essa tomada de decisão.

Pontos a serem considerados na escolha de um ERP

A escolha de um ERP passa por algumas questões e depende de uma série de fatores. Os principais envolvem o estágio em que a empresa se encontra e o nível de dificuldade dos trabalhos desenvolvidos. Por isso, é indicado colocar em perspectiva alguns aspectos, como: 

  • A realidade da empresa;
  • O orçamento disponível para o gasto com o ERP;
  • As possibilidades do mercado;
  • O processo de implementação e o suporte oferecido pelas ferramentas.

De acordo com Alan Toledo, investidor anjo na FEA Angels, os líderes da área financeira possuem muitas dúvidas quando estão avaliando um ERP e precisam se atentar a um importante questionamento. “Primeiramente, a gente precisa ver que ferramenta é necessária para atender o negócio de uma maneira eficiente e que gere o menor esforço possível em termos de automação até mesmo de alguém para manuseá-la”, lembra.

“Alguns negócios têm um faturamento baixo, um time reduzido e, principalmente, não possuem uma equipe de tecnologia. Outros vão precisar de ERPs mais robustos que vão demandar melhorias ou adaptações para a forma de trabalhar da empresa. Por isso, o nível de senioridade da área e até mesmo do time de tecnologia da empresa deve ser avaliado também”, explica Alan.

Assim, a pergunta que pode ajudar a nortear essa discussão, segundo Toledo, é: o negócio é tão complexo a ponto de ter um ERP desse porte e custear todo esse investimento? Talvez, investir em um software muito robusto e caro vai tirar de uma startup a receita ou o recurso que pode ser usado no crescimento dela porque ela ainda não precisa suportar algo tão complexo. 

ERPs para micro e pequenas empresas

Nas micro e pequenas empresas, geralmente, faz-se muito com poucos recursos. Como foi possível perceber, investir em ERPs robustos e que tenham funcionalidades muito avançadas acaba sendo uma péssima opção.

Partindo desse pressuposto, o processo de decisão deve ser bastante objetivo no sentido de atacar as principais dores e selecionar plataformas que sejam indispensáveis para potencializar a gestão financeira.

O stack financeiro mais adequado deve levar em consideração benefícios como: 

  • Automatização de fluxos e atividades;
  • Maior controle sobre a inadimplência;
  • Controle sobre todos os processos e obrigações fiscais;
  • Redução do risco de pagamento de multas por atrasos no recolhimento de impostos;
  • Maior controle sobre fluxo de caixa e da saúde financeira da empresa.

ERPs para médias e grandes empresas

Quando se analisam ERPs para médias e grandes empresas, o foco passa a ser o fato de que os processos precisam ser escaláveis para facilitar a gestão como um todo.

As plataformas utilizadas nesse tipo de empresa precisam estar de acordo com essa linha de crescimento e expansão, por isso, as soluções mais indicadas estão atreladas à eficiência para quem está escalando e encarando uma realidade de mudanças rápidas. 

“Às vezes, é preciso fugir um pouco do Excel e seguir para fontes de dados mais robustas e que exijam menos interação com o usuário”, destaca Alan. “É preciso verificar também a maturidade da empresa. O negócio deve estar bem estruturado para receber a implementação de um ERP maior”, esclarece Bruno Pinheiro, CEO da Be Academy.

O stack de ferramentas para os times financeiros dessas empresas deve seguir essa ideia, buscando:

  • Redução de falhas e erros mesmo nas operações mais complexas;
  • Melhor relacionamento com o cliente, enviando cobranças altamente customizadas;
  • Maior capacidade de previsibilidade de cenários financeiros a médio e longo prazo;
  • Aumento da produtividade de colaboradores;
  • Acompanhamento em tempo real das operações financeiras realizadas pela empresa;
  • Dar autonomia para as áreas ao mesmo tempo em que o departamento financeiro mantém o controle das finanças.

ERPs para times financeiros

Atualmente, o mercado conta com muitos ERPs que ajudam os times financeiros e dão mais agilidade para os trabalhos. 

Exemplos de ERPs:

Micro e pequenas empresasMédias e grandes empresas
OmieSAP
ContabilizeiOracle NetSuite
KeruakTotvs
Conta Azuliugu

Na gestão de despesas feita para negócios digitais de todos os portes, uma plataforma que vem ganhando atenção do mercado é a Conta Simples

Com ela, é possível fazer pagamentos, enviar/receber transferências com segurança e ainda ter mais visibilidade dos gastos da empresa, dando autonomia para o time financeiro sem perder tempo com burocracia

Resumindo: ela une conta corrente digital e múltiplos cartões corporativos (físicos e virtuais) que proporcionam um gerenciamento de despesas com muito mais controle e organização.

“Na Bossabox, começamos a usar a Conta Simples pela forma como os dados vêm estruturados e pela facilidade na gestão do orçamento de cada um dos centros de custo. Cada cartão corporativo está direcionado para uma área específica. Como tudo está categorizado, já sabemos a origem da despesa, e isso faz com que a nossa área financeira consiga ser ainda mais enxuta”, conta Alan Toledo, na época CFO as a Service na Triven, que atendia à Bossabox.

Leia mais: O que é a Conta Simples?

Cartão pré-pago Conta Simples: tudo o que você precisa saber

Principais funcionalidades da Conta Simples:

  • Conta corrente completa – internet banking e app;
  • Múltiplos cartões corporativos (virtuais e físicos);
  • Realização de pagamentos – inclusive boletos em lote;
  • Alçada de aprovação de pagamentos;
  • Múltiplos perfis de acesso (gestor, usuários de cartão, contador/BPO);
  • Realização e recebimento de transferência via TED e PIX;
  • Rentabilidade de 100% do CDI;
  • Exportação de extrato em PDF, OFX e XLS;
  • Saque disponível em toda a rede de bancos 24 horas.

Quais são as principais tendências para os próximos anos?

Diante de toda essa tecnologia presente no mercado, já deu para notar que o desenvolvimento de novas soluções para a gestão financeira é somente uma questão de tempo, certo? 

Uma das tendências que promete se firmar na elaboração de sistemas ainda mais eficientes é a utilização da inteligência artificial, que reúne dados e apresenta impactos em processos.

Leia mais: 3 tendências para ERPs que podem transformar seu negócio em 2022

A realidade aumentada e o machine learning também devem despontar e ganhar ainda mais destaque nos próximos anos, evitando erros e trazendo mais rapidez e precisão para algumas tarefas.

Bom, agora que você já sabe a importância dos ERPs para os times financeiros e como escolher as melhores alternativas ficou mais fácil entender o que essas ferramentas representam para os negócios: mais tempo para se ter insights valiosos, aperfeiçoar a gestão e aumentar a produtividade

Caso você queira se aprofundar no assunto, pode acessar o guia essencial de ferramentas para times financeiros. Ele vai oferecer mais detalhes sobre diferentes plataformas.

Natália Plascak
Natália Plascak
Especialista em Conteúdo na Conta Simples, é formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie em Jornalismo e tem um MBA em Gestão de Mídias Digitais e Inteligência de Negócios pela ESPM. Trabalha com Marketing Digital desde 2017.
Natália Plascak
Natália Plascak
Especialista em Conteúdo na Conta Simples, é formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie em Jornalismo e tem um MBA em Gestão de Mídias Digitais e Inteligência de Negócios pela ESPM. Trabalha com Marketing Digital desde 2017.
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