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Composição do endividamento: o que é?

Uma das coisas mais importantes para entender a saúde financeira de uma empresa é a composição do endividamento. Por mais que a nomenclatura pareça um bicho de sete cabeças, a

Escrito por Mauricio Gomide

Publicado em: 18 de julho de 2024

Atualizado em: 30 de setembro de 2026

5 min de leitura

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Uma das coisas mais importantes para entender a saúde financeira de uma empresa é a composição do endividamento. Por mais que a nomenclatura pareça um bicho de sete cabeças, a CE, como é geralmente utilizada, trata-se dos detalhes e estrutura do endividamento de um negócio ou entidade.

Já falamos por aqui sobre os indicadores de endividamento, que servem para apontar o nível de dívidas de uma empresa. A composição, no entanto, é a análise desses indicadores para saber quais são as dívidas que ainda estão pendentes, como empréstimos, títulos emitidos, financiamentos, entre outros.

Quais são os componentes de Endividamento?

Os componentes de endividamento podem ser diversos. Em empresas, geralmente incluem uma variedade de fontes de financiamento, ou uma combinação que pode mudar de acordo com a estratégia adotada para as finanças da mesma e das necessidades de capital. Conheça alguns tipos desses componentes:

Empréstimos bancários

O mais comum é o empréstimo bancário, que também faz parte da rotina de pessoas físicas e, para algumas empresas, pode ser o componente chave do endividamento. Ele nada mais é que um financiamento que os negócios utilizam para atender a determinadas necessidades financeiras, seja de curto a longo prazo. Cada caso é um caso, visto que cada entidade bancária possui uma taxa de juros, garantias, termos e condições aplicáveis para cada contexto e finalidade do empréstimo.

Debêntures

As debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas que gera um direito de crédito a um investidor. Ou seja, cede o direito de receber uma remuneração do emissor, geralmente com juros. Quem adquire debêntures está, na prática, emprestando dinheiro à empresa que emitiu o documento em troca do direito de receber o valor principal (com esses juros acordados, dependendo de cada caso, prazo e finalidade).

Financiamentos

Um financiamento é, em sua forma mais prática, o ato de obter recursos de terceiros que devem ser pagos ao longo do tempo com juros. Os empréstimos bancários são uma forma de financiamento, bem como os debêntures. Há também, no entanto, os financiamentos imobiliários, empréstimos comerciais, financiamentos governamentais entre outros.

Leasing

O leasing é um tipo de financiamento utilizado geralmente para financiar a aquisição de equipamentos e veículos, como se fosse um aluguel com a opção de compra no fim do contrato. Em empresas, ele é chamado de “leasing operacional”, que é um dos seus principais tipos junto ao leasing financeiro.

O leasing operacional, por exemplo, é bem similar a um contrato de aluguel tradicional e geralmente possui um prazo menor que a vida útil do bem em questão. O contrato permite o encerramento e devolução, renovação ou até mesmo a compra.

Já o leasing financeiro é o mais próximo a um financiamento, com a transferência de riscos e benefícios daquele determinado bem. Nesse contrato, o arrendatário é responsável pela manutenção e seguro do bem, e ao final dele, possui a opção de compra. É um financiamento feito, na maioria das vezes, para imóveis, máquinas e equipamentos.

Como calcular a Composição do Endividamento?

O cálculo da composição do endividamento envolve uma série de etapas. É necessário analisar a estrutura das dívidas justamente para entender como elas estão sendo classificadas e distribuídas e quais são seus impactos na saúde financeira da empresa. Para realizar essa análise, é preciso obter informações detalhadas sobre todas as dívidas, incluindo suas condições e características.

Qual a importância da composição por endividamento para os gestores? 

Entender e realizar uma boa análise da composição do endividamento é crucial para manter uma vida financeira saudável dentro de uma empresa. A começar pela mitigação de riscos e prevenção de crises que um bom planejamento pode oferecer, além da minimização dos custos de juros, aproveitamento dos benefícios fiscais, previsibilidade de fluxo de caixa, análise corporativa, melhor reputação dentro do mercado, resiliência em eventuais adversidades, entre outros.

O que fazer para evitar o endividamento?

Evitar o endividamento requer um bom planejamento financeiro e o registro de todos os indicadores de endividamento, bem como o acompanhamento dos mesmos. Isso porque é importante que a gestão financeira da empresa esteja em dia e em completa transparência, de maneira multifacetada, rigorosa e estratégica.

Com a Conta Simples, evitar o endividamento fica ainda mais fácil graças à praticidade e clareza que a plataforma fornece para registrar as despesas e gastos de uma empresa. Acesse gráficos de despesas por cartões, responsáveis ou centros de custos em poucos cliques e acompanhe todas as transações via aplicativo ou internet banking.

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Mauricio Gomide

Jornalista de formação e com quase 20 anos de mercado, Maurício Gomide (Goma) migrou para o marketing digital com foco em conteúdo, SEO e inbound. Atualmente integra o time de marketing da Conta Simples, fintech brasileira especializada em cartão corporativo e gestão de despesas.

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