Como destravar a criatividade nos times financeiros

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Já foi o tempo em que criatividade e finanças eram palavras opostas. Cada vez mais, os times financeiros estão na linha de frente, ajudando as empresas a impulsionarem suas estratégias, com a criatividade no centro. 

Atualmente, a gestão financeira precisa combinar o rigor da análise financeira com a capacidade de ver oportunidades e riscos de ângulos diferentes. Segundo pesquisa global do Deloitte, os CEOs identificaram a criatividade, acima do rigor, disciplina de gestão ou visão, como a característica mais importante para que líderes naveguem com sucesso em um ambiente de negócios cada vez mais complexo. E os líderes financeiros têm papel fundamental nesse processo.

Apesar da equipe financeira normalmente ser mais disciplinada e analítica, é possível destravar a criatividade se os líderes criarem um ambiente de apoio e orientado para a aprendizagem. Segundo pesquisa, as empresas precisam conhecer os objetivos e metas de cada colaborador para que criem uma abordagem que engaje cada talento e garanta que as equipes tenham uma mistura de profissionais com diferentes desempenhos e características. Times que incluem pessoas com experiências e pontos de vista diferentes são mais bem equipados para descobrir novas ideias e soluções.

Para criar um ambiente voltado ao aprendizado, os líderes também precisam encorajar a procura por novas habilidades. Há diferentes caminhos para isso. Na Oracle, por exemplo, sua equipe de finanças faz rotações em diferentes unidades de negócios para dar a eles diferentes perspectivas sobre como a empresa trabalha e para ajudá-los a entender os desafios.

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Nada adianta adotar essas medidas se as ideias não são bem aceitas. As empresas precisam criar um sistema que garanta que as propostas sejam avaliadas de forma justa e que os membros da equipe recebam feedback. Isso aumenta o engajamento e, segundo pesquisa da Harvard Business Review, um colaborador engajado é 45% mais produtivo do que um meramente satisfeito. E um funcionário inspirado, aquele que tem uma conexão pessoal e profunda com seu trabalho, é 55% mais produtivo do que um funcionário engajado, ou mais de duas vezes mais produtivo do que um satisfeito.

A criatividade pode se manifestar em tudo, desde em como as equipes trabalham juntas até como colaboram com outras divisões. Investir nela significa também aumentar a produtividade e gerar ideias que podem revolucionar uma organização. 

A capacidade de conduzir e sustentar a inovação será vital para o crescimento futuro. Segundo pesquisa da McKinsey, as empresas que priorizam e investem em inovação estão muito melhor posicionadas para oferecer crescimento superior em pós-crise. As organizações que mantiveram seu foco na inovação durante a crise financeira de 2009, por exemplo, superaram a média de capitalização de mercado em mais de 30% e continuaram a apresentar crescimento acelerado nos próximos três a cinco anos. 

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